Opostos.
Penso em minha criação e em como sou/estou no presente momento. O choque entre as duas situações não poderia ser maior.
Na primeira, evangélico/cristã, fui treinado a entender tudo de modo compartimentalizado, a não fazer sequer uma livre associação de idéias.
Na segunda, quebrei as regras da primeira e tenho me divertido sobremaneira com isso.
Ler ajuda um bocado.
Tendo a querer, ainda, manter dois mundos separados: o dos livros e o real (e feio) que me cerca.
Gosto de pensar que não sou muito bem-sucedido nessa tarefa ingrata.
Escolhi o labirinto como meu símbolo atual por causa de sua complexidade, não de modo aleatório.
Há muitos caminhos a percorrer e não os temo.
Não mais.
